Curso de Engenheiro Químico Nilópolis, Rio de Janeiro

Curso de Engenheiro Químico em Nilópolis. Encontre aqui telefones e endereços de empresas e instituições de ensino em Nilópolis que oferecem Curso de Engenheiro Químico.

Abeu Associação Brasileira Ensino Universitário
(21) 2691-3334
Rua Professor Alfredo G Figueira 537
Nilópolis, Rio de Janeiro
 
Associação de Ensino Superior de Nova Iguaçu
(21) 2765-4000
Rua Abílio Augusto Távora 2134
Nova Iguaçu, Rio de Janeiro
 
Escola Enfermagem Anna Nery Ufrj
(21) 2293-0528
Rua Afonso Cavalcanti 275
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais do Rio de Janeiro
(21) 2252-8537
Lgo São Francisco de Paula 1
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Fundação Escola Superior da Defensoria Pública do Estado Do
(21) 2517-3313
Avenida Marechal Câmara 314 - 4 s 108
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Uniabel
(21) 2761-1913
Rua Itaiara 301
Belford Roxo, Rio de Janeiro
 
Instituto Metodista Bennett
(21) 3509-1000
Rua Marquês de Abrantes 55
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Univercidade
(21) 2536-5000
Rua 7 de Setembro 66
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Universidade do Aço
(21) 3105-8859
Rua Teixeira Ribeiro 663 c
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 
Sociedade Ensino Afonso Celso Reitoria
(21) 2413-9535
Rua Engenheiro Trindade 229
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
 

Engenheiro Químico

Ser engenheiro químico é a profissão perfeita para quem ter amor incondicional pela química, pelas aulas de laboratório, gosta de cálculos, é capaz de cumprir prazos e trabalhar em equipe. A profissão une os conhecimentos naturais com a engenharia e também permite que o profissional trabalhe numa perspectiva de “minimizar os impactos ambientais sem perder o foco econômico” (Daher, 2007:66).As áreas de atuação deste ramo são amplas, pois o engenheiro químico está presente onde houver “processos físico-químicos relacionados com a elaboração de produtos”. Assim, seu envolvimento com a indústria vai “desde o projeto das fábricas, para a pesquisa em laboratório, até a comercialização dos equipamentos”, salienta Valquíria Daher, do Jornal O Globo. Além disso, ele sabe avaliar as conseqüências ambientais e econômicas que envolvem todo o processo de industrialização.Desta forma, o engenheiro químico pode atuar, de acordo com Daher, “em indústrias químicas, petroquímicas, alimentícias, têxteis, farmacêuticas, de cosméticos, plásticos, materiais de construção, vidro, álcool, borracha, biotecnologia”, dentre tantas outras.O curso dura, em média, cinco anos e envolve disciplinas básicas como química e matemática, e depois as específicas como cálculo de reatores, projetos, controle e instrumentação de processos. As aulas são realizadas constantemente em laboratórios e a carga horária de disciplinas como química orgânica e inorgânica são extensas. Recomenda-se que o aluno, além de dominar, goste muito de matemática.A indústria de petróleo situada em Macaé – RJ tem sido a principal contratante de engenheiros químicos no país. Para quem já está no mercado, as áreas de siderurgia, petroquímica e polímeros são bons caminhos. Este profissional pode também trabalhar com consultoria e projetos, podendo até ocupar cargos administrativos, já que sua formação o prepara para “conciliar conhecimentos técnicos com visão de negócios”.O que as empresas esperam do engenheiro químico? Que ele encontre maneiras de diminuir as perdas de matérias-primas, apresente soluções para reaproveitar os resíduos industriais e que ele garanta um processo produtivo tecnologicamente mais limpo, sem agredir o meio ambiente e que seja economicamente rentável.MERCADO DE TRABALHOEncontra-se estável, sendo que as maiores oportunidades estão ligadas à segurança industrial e ao petróleo. Com o crescente rigor da legislação ambiental, há ofertas também em áreas referentes ao meio ambiente.O grande desafio do engenheiro químico é unir o conhecimento técnico e gerencial, devido o caráter multidisciplinar da profissão e ainda assim manter-se atualizado, tendo em vista o tamanho da diversidade da indústria química. Ele precisa dominar o inglês e o espanhol, por conta do MERCOSUL. É ideal que se especialize, e a dica é que seja em segurança industrial e em petróleo, que estão em alta. Para quem tenciona lecionar, são necessários mestrado e doutorado.Os salários de que está iniciando variam entre R$1.800 a R$3 mil, dependendo da área de atuação. Pode ter acréscimos, se o local de trabalho for considerado de risco, como em laboratórios ou em plataformas, onde o profissional fica fora de casa por muito tempo.FontesDAHER, Valquíria. Guia Megazine de Profissões. Rio de Janeiro, Ediouro, O Globo, 2007, p. 66-7.