Curso de Engenheiro Eletricista Colombo, Paraná

Curso de Engenheiro Eletricista em Colombo. Encontre aqui telefones e endereços de empresas e instituições de ensino em Colombo que oferecem Curso de Engenheiro Eletricista.

Faec - Faculdade Educacional de Colombo
(41) 3621-0505
Estrada da Ribeira BR-476 270
Colombo, Paraná
 
Coordenação de Busca de Doadores Não Apa
(41) 3264-9586
Avenida Agostinho Leão Júnior 108
Curitiba, Paraná
 
Faculdade Herrero
(41) 3016-1930
Rua Álvaro Andrade 345
Curitiba, Paraná
 
Ufpr - Universidade Federal do Paraná
(41) 3267-4545
Rua Coronel Francisco Heráclito dos Santos 210 - 4
Curitiba, Paraná
 
Faculdades Santa Cruz
(41) 3248-0311
Rua Pedro Bonat, 103
Curitiba, Paraná
 
Grupo Uninter
(41) 3311-5600
Rua 13 de Maio 558
Curitiba, Paraná
 
Shema Educacional
(41) 3015-2314
Rua Amauri Lange Silvério 160
Curitiba, Paraná
 
Ecola Técnica
(41) 3595-8800
Rua Doutor Alcides Vieira Arco-verde 1225
Curitiba, Paraná
 
Faculdade Bagozzi
(41) 3521-2727
Rua Caetano Marchesini, 952 Portão
Curitiba, Paraná
 
Universidade Braz Cubas
(41) 3076-7060
Rua Doutor Claudino dos Santos 40
Curitiba, Paraná
 

Engenheiro Eletricista

A profissão de engenheiro eletricista é ideal para quem é curioso e determinado, perde horas manuseando fios e circuitos, acredita ser criativo e ter bom senso. Se você já desmontou um eletrodoméstico só para descobrir como funciona, acabou de encontrar sua vocação profissional.Quem entende as teorias básicas da eletricidade pode parecer maluco, mas é só dar uma pane numa rede de energia que um engenheiro elétrico resolve tudo num passo de mágica. Graças a esses “curiosos”, como Benjamin Franklin, é que a eletricidade passou a ser estudada. Isso impulsionou o “desenvolvimento de motores, geradores, telefone, rádio, TV, computador e até da energia nuclear” (Daher, 2007:54)Esse profissional entende de tudo o que se refere aos “sistemas de energia elétrica, eletrônica de potencia, máquinas elétricas, equipamentos eletrônicos, controle de sistemas, proteção de equipamentos, fontes alternativas de energia, dentre outras atribuições”, afirma Daher no Guia Megazine das Profissões. Desta forma, ele é indispensável em todos os setores que envolvem energia elétrica, como “empresas de geração de energia elétrica, distribuidoras, indústrias, universidades, centros de pesquisa, órgãos de planejamento e regulação, consultorias, construtoras, instituições financeiras…” Ou seja, desde o uso em casa, em redes de computadores, nas telecomunicações, na medicina, em qualquer atividade a energia elétrica é indispensável.O engenheiro elétrico cuida para que o suprimento e a distribuição sejam garantidos. É uma pena que as pessoas só se lembram disso quando esse benefício é suspendido (como no caso do apagão). Por isso eles são muito importantes, podendo até ocupar cargos de gerenciamento de empresas. Segundo Daher, as principais atribuições do engenheiro elétrico são “projeto, pesquisa e desenvolvimento, gerenciamento e manutenção de sistemas elétricos”.O curso dura, em média, cinco anos. As disciplinas básicas são as mesmas das outras engenharias: dois anos com ênfase em matemática e física, e nos anos seguintes, estudam-se as disciplinas específicas, como circuitos elétricos e eletromagnetismo, dentre outras. Ele precisa dominar o inglês e o espanhol, por conta da integração dos países do MERCOSUL.MERCADO DE TRABALHOO mercado para esta área encontra-se estável. “As melhores oportunidades encontram-se na área de aplicações elétricas à indústria do petróleo e nas empresas ou organizações responsáveis pelo desenvolvimento de fontes de energia”, afirma Daher. O salário médio inicial deste profissional gira em torno dos R$3mil.Para Fábio Bittencourt, engenheiro elétrico da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), “o melhor de ter escolhido a profissão é poder contribuir para o crescimento econômico e social do país”. Sobre o mercado de trabalho, ele salienta que “há oportunidades para todos os que se formam na área, mas os empregos ou pagam pouco, ou não tem relação como o que foi estudado”. Isso faz com que muitos engenheiros elétricos migrem para outras áreas que remuneram melhor, como a financeira e a de informática.FontesDAHER, Valquíria. Guia Megazine de Profissões. Rio de Janeiro, Ediouro, O Globo, 2007, p. 54-5.